quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Vozes da Luz é a mais nova rádio espírita do estado do Espírito Santo


Vozes da Luz é a mais nova rádio espírita do estado do Espírito Santo. A rádio foi ao ar no início do mês de setembro e traz músicas, palestras, estudos, preces e outros conteúdos espíritas.

Segundo a idealista da rádio, Cristiane Ferraz, o projeto surgiu para suprir uma carência na divulgação da agenda espírita. “A ideia da rádio espírita surgiu da carência na divulgação dos eventos de todas as casas espíritas, porque geralmente fica restrito aos grupos de cada casa. Com a rádio, todos podem conhecer o que está acontecendo em cada região como almoços, palestras e seminários”, disse.

Segundo Cristiane, todos os eventos beneficentes serão divulgados gratuitamente. “Quando a Casa fizer a gravação com o locutor, o valor cobrado será somente dessa gravação e o dinheiro será utilizado para manutenção da rádio espírita Vozes da Luz e para doação em trabalhos de caridade como cesta básica, brinquedos e outros”, afirmou.  Os únicos comerciais cobrados serão de empresas e prestadores de serviço que não necessariamente sejam espíritas.

A equipe é formada por profissionais da área e espíritas que aceitaram o desafio junto com Cristiane para este projeto de Comunicação.  “É importante dizer que o trabalho é conjunto. Tem uma equipe trabalhando para que esse projeto cresça e contribua para o momento espírita capixaba”, finaliza Cristiane.
Para ouvir a rádio, acesse: http://www.vozesdaluz.com.br/ Facebook: @vozesdaluz
Quem quiser mais informações pode entrar em contato: crisferra2057@gmail.com ou 27 99619-7531.

 Rádio Vozes da Luz


(Por Stéphane Figueiredo)

Fejog Solidária inicia campanha de arrecadação de fraldas geriátricas e produtos de higiene para cada de idosos

A FEJOG SOLIDÁRIA, novo grupo de ações solidárias da Fejog, junto com a nossa escola de evangelização, iniciaram uma campanha de arrecadação de fraldas geriátricas e produtos de higiene para a casa de idosos do Espírito Santo, o AVEDALMA. 

A campanha vai ser finalizada com a entrega das doações pelos nossos educandos, no dia 06/10, no AVEDALMA. Vamos proporcionar às crianças e aos idosos um belo encontro de gerações, e um lindo aprendizado de solidariedade, uma semana antes do dia das crianças. 💜 Todos estão convidados!

As doações podem ser realizadas até dia 05/10 e devem ser entregues na Fraternidade Espírita Cristã Joseph Gleber (Fejog). 

A Fejog fica na Av. Antônio de Almeida Filho, n°15, Praia de Itaparica, Cep. 29.102-280. Telefone:  (27) 3389-4617. https://www.facebook.com/fejogvv/  


segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Atendimento Fraterno


Para a 3° Edição da Revista Joseph Gleber, a equipe buscou conhecer um pouco mais sobre o atendimento fraterno, trabalho importante, que muitas vezes é a porta de entrada da Casa Espírita. Para falar um pouco sobre a prática dessa atividade, a equipe da revista entrevistou três trabalhadores da Fraternidade Espírita Cristã Joseph Gleber  (Fejog), Aline Nogueira,  Geraldo Teixeira e Giselle Izareli.

1)    O que é o atendimento fraterno e como funciona?
Para Gisele o atendimento fraterno “é um bate-papo. A pessoa vai se abrir e o atendente verifica se ela tem a necessidade de um tratamento”. O trabalho precisa ser estruturado para “receber pessoas necessitadas que buscam respostas para o sofrimento, independentemente de serem espíritas”, reforça Aline. Para o Sr. Geraldo “O atendimento fraterno tem por objetivo, recepcionar as pessoas visitantes que chegam desejosas de conhecerem a Doutrina Espírita, e em situações particulares, receberem orientações à luz da Doutrina, para os problemas com que se debatem”.

2)    Qual a importância do atendimento fraterno?
A importância “é prioritário e primordial porque é o acolhimento quando a pessoa chega à Casa. Ela vai ser recepcionada, se sentir querida, alguém para ouvir os problemas”, afirma Giselle. Para Aline “o trabalho na seara do Cristo é algo que mostra que nós também somos necessitados e que recebemos muito mais do que merecemos”. Sr. Geraldo reforça ainda que “as pessoas que buscam, o atendimento fraterno, visitantes, frequentadores ou trabalhadores, muitas delas vêm após esgotados os outros recursos e, por isso, precisam encontrar alguém para expor suas aflições. Suas dificuldades precisam ser ouvidas com atenção, a fim de se fundamentar uma adequada orientação”.

3)    É preciso um curso ou treinamento específico?
“O atendimento fraterno através do diálogo é uma atividade complexa e delicada que exige do atendente, além de razoável conhecimento doutrinário e fidelidade à Doutrina Espírita, ter uma conduta ilibada dentro da Instituição como fora dela, por isto é necessário participar de cursos, treinamentos e estudo constante”, disse Sr. Geraldo.
Para Giselle e Aline “o ideal é um treinamento e fazer cursos para a realização do trabalho, mas assim como toda área que necessita aprimoramento, sempre devemos nos reciclar”, afirmam.

4)    Quem deve procurar o atendimento fraterno?
“Quando a pessoa entra na Casa, nós oferecemos o atendimento, fica a critério dela fazer ou não. É como o passe; se a pessoa não quiser ‘tomar’ o passe ela não é obrigada. Ela pode só entrar, frequentar, assistir à palestra e ir embora. Mas, a gente convida porque muitas vezes quem vai a uma casa espírita está procurando um tratamento e conhecimento sobre a doutrina, então a gente explica como é a Casa, como é a doutrina e oferece a oportunidade do estudo, além das palestras”, detalha Giselle. “Quem sentir a necessidade de forma direta ou indiretamente”, resume Aline.
“Os que vêm a Fejog pela primeira vez, para receberem informações sobre a instituição e suas atividades, sobre a Doutrina Espírita, e para pessoas que têm suas aflições devem passar pelo atendimento fraterno através do diálogo, expondo suas dificuldades e serem encaminhadas a assistência espiritual conveniente a cada caso”, Sr. Geraldo explica como funciona na Fejog.

Aline Nogueira iniciou o trabalho do atendimento fraterno na Fejog em 2018, mas conta que já o fazia em outras casas. “Há quase dois anos iniciei na Fejog e comecei no Atendimento em março, mas já fiz em outras casas anteriores à Fejog. Sou espírita praticamente de berço”, relata.





Sr. Geraldo Teixeira que é presidente da Fejog relata ainda que realiza a atividade desde 1974. “No início recebíamos as pessoas sem muitas formalidades, atualmente a atividade é mais  aprimorada, com procedimentos mais específicos, estudos, e uma visão mais ampla da importância do atendimento fraterno dentro das Instituições Espíritas”, conta ele. 




Giselle Izareli é de São Paulo, mas mora no Espírito Santo há nove anos. “Frequento a Fejog logo que cheguei ao Estado e trabalho no atendimento fraterno há mais ou menos sete anos”, disse.















Para quem quiser conhecer mais sobre o assunto, o livro “Atendimento Fraterno” é uma boa dica. Um livro leve de perguntas e respostas, psicografado por Divaldo Pereira Franco, ditado pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda.

Se você sentiu necessidade e precisa fazer um atendimento fraterno, procure uma Casa Espírita. Os atendimentos na Fejog acontecem as terças, quartas, sextas e sábados, às 19h30 e fica na Av. Antônio de Almeida Filho nº 15 na Praia de Itaparica, ES – CEP 29.102-280.

Quem já conhece a Doutrina e fazer parte da equipe de trabalho, procure a coordenação da casa. Lembrando que o estudo é sempre fundamental.






(Por Stéphane Figueiredo)

Revista Joseph Gleber - Edição 3 - 2018

Amigos.❤😇🙏🍀

Nesta edição, a Revista Espírita Joseph Gleber traz entrevistas com trabalhadores da Fraternidade Espírita Cristã Joseph Gleber (FEJOG) que dedicam seu tempo ao trabalho do atendimento fraterno que, muitas vezes, é a porta de entrada aos necessitados que chegam à casa espírita todos os dias. 

Vamos também mostrar as diferentes ordens de espíritos baseadas nos estudos de Allan Kardec, na Revista Espírita de fevereiro de 1858. 

No Minuto com Joanna de Ângelis, confira como nossos pensamentos influenciam de maneira vital em nossa saúde. Por falar em pensamentos, vamos desfrutar das encantadoras palavras da colaboradora Juliana Santos no nosso Iluminando Horizontes. O colaborador Maximiliano da Cunha Neubauer também fala sobre "Ser ou não ser? Eis a questão."

Já em clima de caridade, que tal desfrutarmos das palavras do presidente da FEJOG, Geraldo Teixeira que discorre a respeito do verdadeiro significado da palavra ‘acolhimento’? Na prece final, uma prévia das lindíssimas palavras codificadas por Kardec no Evangelho Segundo Espiritismo.

Somente pela prática plena da Caridade, vivenciando a Fraternidade, poderá o homem conquistar sua libertação do círculo vicioso da dor, do sofrimento e da violência. “Fora da caridade não há salvação”, proclamam os Espíritos Superiores.

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Sábado (21) foi um dia especial para os trabalhadores e frequentadores da Fraternidade Espírita Cristã Joseph Gleber (Fejog), pois o presidente da Casa, Sr. Geraldo Teixeira completou mais um ano de vida e foi agraciado com uma confraternização surpresa após os trabalhos do dia. Parabéns, Sr. Geraldo! Que Deus possa lhe conceder muitos anos de vida com muita saúde e trabalho no bem.











Participe da Campanha do Agasalho


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Grupo de Música da CEC lança novo CD


O lançamento do novo CD do grupo de Música da CEC aconteceu no último sábado de junho (30), na sede da Casa Espírita Cristã e reuniu uma plateia animada e receptiva. O grupo musical formado por jovens da Casa apresentou um repertório recheado de músicas autorais.

Quem esteve presente pôde curtir a apresentação ao vivo e se deliciar com os quitutes carinhosamente preparados pela cantina da Casa.

O CD do Grupo de Música da CEC é produto do Projeto Matrizes, cujo trabalho vem sendo administrado pela Federação Espírita do Estado do Espírito Santo (FEEES) em um regime de parceria com empresas da área da produção sonora, de comunicação e de distribuição, como a Scalla Studio, a Soma Soluções em Marketing e R&B Arte e Cultura, respectivamente.

O grupo apresentou mais de 10 músicas, ora autorais ora covers de outras bandas já conhecidas no movimento espírita. Dentre as músicas apresentadas, destacou-se a canção cujo título “Que buscais?” deu origem ao nome do CD. A faixa, de autoria de Nicolle Carone e Raphael Yugo discorre sobre a busca da essência do ser, fazendo uma reflexão à trajetória do homem no mundo de provas e expiações. A canção, cuja letra equipara-se a uma prece, ressalta a importância do “Amor” como real essência para guiar os passos do ser humano.    

O evento contou ainda, com duas participações especiais, das cantoras Nicolle Carone e Joana Bentes. Joana está participando do concurso musical “Palco Livre” do XXV Festival International de Inverno de Domingos Martins e comentou sobre a atuação da música como instrumento de divulgação da Doutrina Espírita. “A música é uma forma de elevar a alma, não só divulga, mas acho que ela é um instrumento de transformação íntima, de amadurecimento do nosso espírito, de fortalecimento de ideias e convicções. É  uma forma de oração”.

A Equipe da Revista Joseph Gleber conversou com Marcela de Faro - uma das integrantes do Grupo de Música da CEC – para conhecer um pouco melhor o processo de construção do projeto. Confira a entrevista a seguir.

           
REJG: Quem são os colaboradores e/ou integrantes do Grupo de Música da CEC?
Marcela: Somos eu (Marcela de Faro), Brunella Caldeira, Thiago Valadares, Guilherme Vasconcelos, Raphael Yugo, Fernando Costa e Lorena Carone.

REJG: Qual o estilo de música que podemos encontrar no CD? Ele é destinado a uma faixa etária específica?
O CD não é destinado a uma faixa etária específica, na verdade, o público varia entre jovens e adultos, mas as crianças, muitas vezes, também gostam das músicas. Com relação ao estilo de música, a gente tem nesse CD músicas mais calmas e leves. O estilo dos arranjos, da música fica entre o pop, pop-rock e samba.

REJG: Vocês planejam uma apresentação externa à Casa espírita?
Marcela: O nosso grupo já não mais se apresenta externamente à Casa. Hoje, a nossa atividade se resume muito aqui (CEC) por causa de todas as demandas que vieram para as nossas vidas. A gente antes era um grupo chamado “Grupo Seareiros”. Era um grupo de artes e não ficava somente na música. Fazia apresentações de música, dança, teatro... envolvendo um pouco de tudo. Esse grupo se desfez e a gente manteve a parte da música, antendendo às demandas da Casa. Então, por isso a gente trocou o nome, porque foi uma equipe destinada às atividades da CEC. As pessoas sempre pediram para que essas músicas fossem gravadas. Então, a oportunidade do Projeto Matrizes foi excelente para a gente.  

REJG: Onde podemos adquirir o CD?
Marcela: O CD pode ser adquirido aqui na CEC, mas a gente pretende distribuir em outros lugares e vamos divulgar. Nas plataformas digitais de distribuição musical via streaming (Spotify, Deezer, iMusic, iTunes, etc.), o CD está disponível para baixar e ter acesso.

REJG: Todas as músicas são autorais?      
Marcela: Todas as músicas são.



(Por Juliana Santos)